sudo aptitude safe-upgrade
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 15/06/2013 11:27
sudo aptitude safe-upgrade
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 15/06/2013 11:27
grep debian-multimedia.org /etc/apt/sources.list /etc/apt/sources.list.d/*por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 14/06/2013 12:23
deb http://mozilla.debian.net/ wheezy-backports iceweasel-release
wget -q http://mozilla.debian.net/archive.asc -O- | sudo apt-key add -
sudo aptitude update
sudo aptitude safe-upgrade
~$ sudo aptitude safe-upgrade
Resolvendo dependências...
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
libmozjs21d{a} xulrunner-21.0{a}
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
xulrunner-10.0{u}
Os pacotes a seguir serão atualizados:
iceweasel iceweasel-l10n-pt-br libnspr4 libnspr4-0d libsqlite3-0
5 pacotes atualizados, 2 novos instalados, 1 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso obter 19,8 MB de arquivos. Depois do desempacotamento, 18,4 MB serão usados.
Você deseja continuar? [Y/n/?]
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 02/06/2013 10:40
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 11/05/2013 14:39
Lintian is a system that checks the Debian Policy when debhelper is building a package in Debian.
Lintian has several verification levels. By default, some are used. However, you can refine it via config file. It's a common error to use the default setting and submit packages with hidden problems to mentors.
To activate all checks in lintian, edit the /etc/lintianrc and enable the following lines:
display-info = yes pedantic = yes display-experimental = yes
Be happy with lintian and mentors now!!!
Shortcut to this post: http://bit.ly/lintian
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 08/05/2013 22:13
"Nós migramos as principais funções do Windows para o Linux porque precisávamos de um sistema operacional que fosse estável e confiável - um que nos daria o controle da casa. Então, se nós precisávamos de patch, ajustes ou adaptações, nós deveríamos fazê-lo."Para ser mais específico, esses computadores, que serão utilizados pelos astronautas da ISS estarão executado Debian 6. Anteriormente, Scientific Linux, um clone do Red Hat Enterprise Linux (RHEL) foi inicialmente utilizado para o seu computador.
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 08/05/2013 10:55
chmod +x *.sh
sudo su
./install-nvidia-drivers.sh wheezy
./remove-nvidia-drivers.sh
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 07/05/2013 07:11
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 07/05/2013 07:05
por Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 05/05/2013 19:30
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 04/05/2013 23:14
deb http://http.debian.net/debian stable main
deb-src http://http.debian.net/debian stable main
http://http.debian.net/debian-backports
http://http.debian.net/debian-archive
deb http://http.debian.net/debian wheezy main
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 04/05/2013 11:53
## GNU Linux-libre
deb http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/freesh/ freesh main
wget http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/freesh/archive-key.asc
sudo apt-key add archive-key.asc
sudo aptitude update
sudo aptitude install linux-libre64-3.9
sudo aptitude install linux-libre32-3.9
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 30/04/2013 08:43
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 29/04/2013 11:48
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 24/04/2013 16:29
Crédito imagem: http://apoie.org/JulioNeves/PapoI.htmpor Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 19/04/2013 16:26
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 19/04/2013 06:52
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 12/04/2013 12:52
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 03/04/2013 08:23
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 02/04/2013 13:28
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 02/04/2013 13:18

Olha que limpinho …
Senta que lá vem história.
No Reino de Humanória, um extenso período de paz e prosperidade foi conseguido. Cidadãos sem preocupações, completamente felizes e abonados o suficiente a ponto de poderem terceirizar a higinienização de grandes quantidades de louça suja não tinham mais medos e muito menos grandes sonhos a serem realizados.
Como era de se esperar, uma vez que eram todos da raça humana, os felizes cidadãos começaram a procurar formas de se divertirem e ocuparem seu agora infinito tempo livre. Em uma estranha reviravolta, a qual explica que felicidade demais nunca é boa, os sorridentes cidadãos inventaram um jogo interessante.
O jogo consistia na observação da vida alheia. Era algo que demandava enormes quantidades de tempo livre, o que todo cidadão de Humanória tinha de sobra, obviamente.
Sempre que alguém observava algo com o que não concordava, imediatamente tentava persuadir o colega a mudar sua opinião, seus atos e seu modo de pensar.
Alguns tiveram grande êxito, outros nem tanto, mas com o tempo, virtualmente todos os cidadãos acabaram por concordar com uma única forma de pensar, de ver a vida, de ideologia política, de religião, time de futebol, orientação sexual e, pasmem, até de sistema operacional a ser utilizado.
Certamente, haviam pessoas que não concordavam com uma única forma de levar a vida e de ver a tudo e a todos, mas esses eram uma quantidade tão pequena que não tinham importância e acabavam por serem ignorados pela sociedade.
Eram desajustados, não conseguiam enxergar a verdade, a razão, o certo, o correto. Eram deixados de lado para eventualmente deixarem de existir ou finalmente serem convertidos devido a pressão social.
Sim, como podemos perceber, Humanória era um local bastante chato de se viver. Pensava-se terem atingido a perfeição, mas o fato era que deixaram de lado sua liberdade de pensar e de ter opiniões próprias para aderir a algo que acreditaram ser um bem maior.
Um bem maior altamente questionável, é verdade, mas é o que se acreditava. Eu, você e acredito que a maioria das pessoas que conhecemos provavelmente não aceitariam viver em uma sociedade organizada dessa forma, onde somos obrigados a concordar com uma única forma de viver, pensar e nos relacionar uns com os outros.
O pessoal da área de tecnologia de Humanória desenvolveu seu próprio sistema operacional, seus próprios programas, reinventaram diversas rodas, mas tudo por um bem maior. E, como tudo mais, todos acabaram meio que sendo levados a utilizá-los, já que quem não o fazia ficava marginalizado. Esse sistema operacional era livre, claro.
Eu, obviamente, só conto histórias. Não vivo em Humanória. Não gostaria de viver lá. Não tenho apreciação pelas idéias nem me sujeitaria a concordar com uma única forma de ver tudo, a todos e de viver.
Por esse mesmo motivo, acho bem “bobo”, para dizer o mínimo, quando algum pseudo-intelectual, ou mesmo quando qualquer outro esteriótipo de criatura tenta convencer outra criatura que sua forma de fazer ou entender algo é a melhor, mesmo sem que sua opinião seja solicitada.
Vamos deixar algo bem claro, OK ? Eu penso o que penso, sou o que sou, faço o que faço e uso o que uso porque eu quero. Eu decidi. Se eu decidi errado, o problema é meu, somente meu. Não queira ser tão bondoso a ponto de me mostrar o caminho da luz.
A minha luz pode ser as suas trevas, mas o contrário também pode ser verdade. Mas não é por isso eu vou pregar a minha verdade e tentar convencê-lo de que o meu jeito é o correto. Cada um na sua, certo ? Quer minha opinião ? Peça. Mas não espere que eu esteja pronto para lhe vender uma idéia. Esteja pronto para experimentar e fazer sua própria escolha, no seu tempo.
Estou escrevendo esse texto usando Windows. E daí ? Uso Windows sim, também uso OSX, também uso Linux. O mais legal disso tudo é que eu estou tranquilo quanto a isso e uso o que eu quero quando acho adequado. Nem é questão de usar a ferramenta certa para o trabalho. É questão de ter a liberdade de fazer o que eu quero, quando eu quero. Porque sim. Simples assim.
O problema do século é a falta de pias de louças sujas para serem lavadas. Por isso eu tenho tanta raiva das fabricantes de máquinas de lavar louças. Inventaram essa traquitana que permitiu que virtualmente qualquer um se transformasse em um doador de pitacos profissional em potencial.
Vou te contar um segredo : eu não tenho uma lavadora de louças. Se estiver com uma vontade tremenda de cuidar da minha vida, ao menos venha aqui em casa cuidar da pia de louças sujas e, quem sabe, podemos negociar minha atenção.
Beleza ?

Então …
Em mais uma tentativa desesperada de mostrar ao mundo que sou uma pessoa normal, cedi a minha humanidade e segui o fluxo. Comprei tickets e embarquei nessa viagem, já que todas as pessoas boas estão fazendo isso. Me senti compelido a escrever sobre o assunto.
O mundo dá voltas e aqui estamos nós, mais uma vez, apontando o óbvio. O mundo pede, nós entregamos, todos ficam felizes. É só dizer as palavras que todos querem ouvir e tudo fica bem.
Achei que seria bom apontar a óbvia conclusão de que a idéia principal disso tudo é, sempre foi, e sempre será somente demonstrar as pessoas que o bom senso deveria vencer acima de tudo.
Temos nossas ferramentas, nossas manias, conhecemos as estradas tortuosas e desenvolvemos ao longo do tempo uma camada espessa de achismo que nos permite prever com um elevado nível de proximidade da exatidão que “algo vai dar errado“.
Nada ganha da experiência, é verdade. É válido ler, estudar e aprender, mas não é legal se deixar levar por modismos pura e simplesmente devido a falácia de que, se todos estão nisso, deve ser bom.
Não existe bala de prata. Toda tecnologia vem acompanhada de uma carga de procedimentos e/ou metodologias que devem ser seguidas ou observadas para que a coisa toda chegue próximo de surtir o efeito desejável.
Aqui, no mundo real, a magia infelizmente não existe. Damos muito valor a ferramentas e nos esquecemos de contemplar a obviedade. Siga meu pensamento agora, por favor.
Temos que parar para pensar um pouco e percebermos que, muitas vezes, o que nos tentam vender como solução é, na verdade, uma ferramenta qualquer que conseguimos gratuitamente ou com pouco esforço, acompanhada de uma grande pitada de boas práticas.
Se já não adotamos as boas práticas, simplesmente passar a usar uma ferramenta que demanda o uso de boas práticas para apresentar algum resultado não vai nos trazer resultado algum. Simples assim.
Você não consegue fazer um omelete sem quebrar alguns ovos, não consegue emagrecer sem controlar sua alimentação e praticar exercícios. Você também não vai chegar ao nirvana da convivência pacífica entre desenvolveres e administradores de sistemas somente adotando uma ferramenta.
O que a galerinha descolada chama de DevOps é somente um nome para uma cultura. Uma cultura é um conjunto de idéias, pensamentos, práticas e, nesse caso, também de ferramentas. Mas as ferramentas vem em último lugar e nem são tão importantes assim. Somente viabilizam nossas idéias.
O mundo não se tornou um lugar melhor a partir do momento que alguém removeu uma espada de uma pedra e gritou para todos ouvirem que, a partir daquele momento, nascia a cultura DevOps.
O termo é somente um nome para algo que já existia, já que ficaria estranho termos que nos referir sempre a essa cultura como “aquilo, aquela coisa, aquele algo”. As boas práticas devem ser exercitadas no dia-a-dia. Você deve trabalhar buscando sempre executar seu trabalho da melhor forma possível.
Sempre que aprende um novo truque, o adiciona em sua caixa de ferramentas e, a partir de então, o utiliza em necessidades futuras. Com o tempo, sua caixa está cheia de soluções engenhosas para problemas comuns.
Sofrer repetidamente e não passar a usar uma solução para um problema conhecido é equivalente e jogar fora sua caixa de ferramentas e não se aproveitar das soluções lá armazenadas. Ou, simplesmente, por seja lá qual for seu motivo estranho, colecionar soluções e não aplicá-las. Ou masoquismo, mas aí a história já é outra.
Se você não desperdiça suas soluções, já coleciona seus feitiços. Se já o faz, queira ou não, já tem suas boas práticas. E se já as possui, as utiliza. Perfeito, agora sim, você pode começar a se aproveitar das ferramentas que existem para lhe auxiliar.
Tenha um plano primeiro, pratique-o em seguida. Nessa ordem. Use as ferramentas para aplicar as boas práticas. Não adote as ferramentas e somente as contemple tentando encontrar uma maneira de colocá-las em uso. Saiba qual uso irá dar a elas antes de adotá-las previamente. Isso é essencial.
![]() |
| #dfd |
por Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 27/03/2013 18:54
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 22/03/2013 12:55
Há alguns dias eu fiz um guia dobrável sobre o tcpdump, que também serve para o WinDump. Ele possui seis páginas e é uma referência para iniciantes e para profissionais.
O guia está disponível em http://eriberto.pro.br/files/guia_tcpdump.pdf.
Espero que seja útil.
[]s!
Pessoal,
Como estou escrevendo o livro de análise de tráfego, tive que compilar kernels mais atuais para fazer algumas experiências. Então, disponibilizei os .deb de tais kernels. São o 3.4.35 e o 3.8.3. Foram compilados para Debian Wheezy (Debian 7) e funcionam perfeitamente.
Por favor, quem for usar, leia o README antes, pois há riscos.
Os kernels estão nesses endereços:
http://eriberto.pro.br/files/linux-3.4.35/
http://eriberto.pro.br/files/linux-3.8.3/[]s a todos!
Eriberto
sudo aptitude install gitPara não deixarmos lixo em nossa home, façamos a clonagem do git na pasta tmp, siga os comandos na sequência.
cd /tmpAgora basta reiniciarmos o sistema e usarmos nossos dispositivos bluetooth.
git clone git://git.kernel.org/pub/scm/linux/kernel/git/dwmw2/linux-firmware.git
sudo cp linux-firmware/ath3k-1.fw /lib/firmware
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 17/03/2013 14:50
# Debian
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ squeeze/updates main contrib non-free
# Debian backports
deb http://backports.debian.org/debian-backports squeeze-backports main contrib non-free
# SolusOS
deb http://packages.solusos.com/ eveline main import upstream non-free
# Debian Mozilla Team
deb http://mozilla.debian.net/ squeeze-backports iceweasel-release
# SolusOS Packages
Package: *
Pin: release a=eveline
Pin-Priority: 700
# Debian backports
Package: *
Pin: release a=squeeze-backports
Pin-Priority: 650
sudo aptitude update
sudo aptitude install solusos-keyring
sudo aptitude safe-upgrade
sudo aptitude install -t squeeze-backports iceweasel
sudo aptitude install libreoffice libreoffice3.6-pt-br libreoffice-l10n-pt-br myspell-pt-br
sudo aptitude install linux-image-3.6
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 15/03/2013 14:14
aptitude install scrotscrot -s /tmp/scrot-s.png scrot -u /tmp/scrot-u.pngscrot -u -b -d 10 -c /tmp/scrot-border_count.pngpor Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 11/03/2013 19:06
sudo aptitude install calibre
sudo dpkg -i calibre-bin_0.9.18+dfsg-1_amd64.deb
sudo dpkg -i calibre_0.9.18+dfsg-1_all.deb
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 10/03/2013 11:40
uptime; propriamente dito, com informações da hora atual, dias do sistema ligado, usuários conectados e carga do sistema:![]() |
| uptime |
w que além do uptime, lista usuários, tarefas sendo realizadas, onde estão conectados entre outros detalhes:![]() |
| w |
top, é mais completo quanto a isto, oferecendo informações úteis para administração de memória, swap, processos em execução, usuários ativos, entre outras informações:![]() |
| top |
htop é outro comando interessante, muito similar ao top e tem como diferencial mostrar o consumo de cpu por barras, indicando o consumo para cada núcleo presente no processador, da mesma forma, para memória e swap. Um outro detalhe no htop, como se fosse uma brincadeira dos desenvolvedores, estando o sistema a mais de 100 dias ligado, ao lado dos dias em uptime aparece um ponto de exclamação (!), como a mencionar, parabéns, seu sistema é bem administrado e tem um bom uptime. :)![]() |
| htop |
procinfo é o único comando (que eu conheço) que mostra a data que o sistema foi ligado, "bootup" e o uptime é mostrado em meses, semanas, dias, horas, minutos, segundos e milesegundos:![]() |
| procinfo |
uptime, w, top, htop, procinfo são programas ncurses, muito especialistas em pequenas tarefas, assim como a maioria dos programas em linha de comando. Permitem, através das suas páginas man uma série de recursos informativos para administração do sistema, além de permitir o uso de informações em conjunto com o | (pipe), grep, awk, etc.por Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 07/03/2013 21:36
![]() |
| Flisol |
por Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 28/02/2013 17:49
Assim que a Petrobrás divulgou os resultados do ano calendário de 2012 houve um sem número de controvérsias a respeito. Eu participei de algumas discussões e fiquei animado pra escrever um post explicando de forma mais detida minhas opiniões a respeito. Vou tentar abordar cada um dos argumentos usados nas discussões de que participei.
Vou começar tratando de um post do Paulo Henrique Amorim. O teor do post pode ser dividido em 2 partes: a primeira parte é uma nota oficial da Petrobrás em que ela diz o seguinte:
Em 2012, o lucro líquido foi 36% inferior ao apurado em 2011, refletindo os efeitos da depreciação cambial, maior participação de derivados importados no volume de vendas e aumento das despesas operacionais com maiores baixas de poços secos e subcomerciais;A segunda parte é um comentário feito pelo jornalista em que ele dá a entender que os jornais O Globo, Folha e Estadão deram um viés de má notícia em suas manchetes (que focam na queda de lucro recorde), enquanto a “publicação especializada” InfoMoney dá uma manchete que cita o valor auferido em lucros e indicando que o lucro superou as estimativas. Ele termina sugerindo ao leitor que compre ações da Petrobrás.
Eu considero esse post do Paulo Henrique Amorim uma tentativa pífia de dar um giro positivo numa notícia que não tem nada de positiva. O fato é que o lucro da Petrobrás caiu em 36% – mais que um terço! – em relação a 2011. As expectativas em relação ao lucro da Petrobrás estavam baixas por várias razões (algumas até listadas no texto da Petrobrás, acima) e o fato de o lucro ter superado essas expectativas não ajuda muito.
As expectativas em relação à saúde financeira da Petrobrás e ao nível de interferência política sofrida pela empresa não é coisa nova. A Petrobrás perdeu mais de 66% do seu valor de mercado desde 2008, como se pode ver no gráfico acima, obtido no Yahoo! Finance. Isso significa que alguém que comprou 100 reais em ações da Petrobrás em 2008 hoje não vende as mesmas ações por mais do que 34 reais. Faz sentido, então, recomendar a compra, como fez PHA? Antes, vamos tentar entender as razões por trás da queda.
Em 2010 a Petrobrás fez o que o ex-presidente Lula chamou (com razão) de a maior capitalização da história do capitalismo mundial. O que foi isso? A Petrobrás precisava de dinheiro em caixa pra fazer investimentos na extração do pré-sal. Para conseguir esse dinheiro, a Petrobrás aumentou o número de ações que a compõe e as ofereceu na bolsa. Trabalhadores brasileiros puderam usar o dinheiro do FGTS para adquirir ações – e muitos fizeram isso!
Como parte do processo a União fez o que se chamou de cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo que se encontravam em lotes do pré-sal. O petróleo que está em território brasileiro é do Estado brasileiro, para que seja extraído de lá e usado comercialmente, a União faz leilões de concessão. Na capitalização a União concedeu, com antecedência, à Petrobrás os direitos sobre esses 5 bilhões de barris e ganhou, em troca, R$ 74,8 bilhões. Desses, R$ 42,9 bilhões foram usados para compra de ações da capitalização da Petrobrás, aumentando a participação da União na empresa. Note que até hoje esses barris estão lá embaixo da terra. O que foi feito foi uma transação sobre direitos futuros.
Com que propósito isso foi feito? Em primeiro lugar para viabilizar a capitalização, claro, mas em segundo lugar, esses bilhões foram usados para fazer o superávit primário de 2010. Esse é um dos exemplos de como o governo tem usado a Petrobrás politicamente, para fingir que cumpre as metas que define para si mesmo. Esse foi um dos fatores que levaram as ações da Petrobrás a continuarem em queda, mesmo depois de ter feito a maior capitalização da história. Vamos falar de outra: o subsídio à gasolina.
Outra das razões para a queda do valor de mercado está na nota da Petrobrás citada acima: “maior participação de derivados importados no volume de vendas”. Em 2006, ano eleitoral, Lula foi a um campo de exploração de petróleo da Petrobrás pintar as mãos de preto e anunciar a nossa auto-suficiência em petróleo. Os mais atentos também devem se lembrar de como Lula fazia discursos ufanistas quando falava do etanol brasileiro, de como era o mais eficiente do mundo e coisa e tal.
Acontece que demanda por combustíveis aumentou consideravelmente desde então, em parte impulsionada pelo subsídio dado pelo governo para venda de automóveis, através da redução do IPI, e o setor produtivo brasileiro simplesmente não teve condições de atender à demanda. Resultado: milhões e milhões de barris importados tanto de etanol quanto de gasolina. A auto-suficiência durou bem pouco.
Por si só, o fato de termos que importar etanol e gasolina não seria tão problemático. Acontece que o governo, através da Petrobrás, adotou uma postura de não repassar ao preço local da gasolina os ajustes sofridos pelo preço do petróleo no mercado internacional. Essa postura funcionava quando a auto-suficiência em petróleo era um fato, mas a partir do momento em que nós começamos a importar, a Petrobrás estava pagando muito mais pela gasolina que comprava do que cobrava pela gasolina que vendia, o que levou a uma situação inusitada: quanto mais gasolina vende, mais a Petrobrás perde dinheiro! Como pode ser visto no post linkado, calcula-se que depois do reajuste da gasolina dado no começo de 2013 a Petrobrás está perdendo 1,2 bilhões de reais por mês. Essa é nossa situação atual.
Assumindo que faça sentido a Petrobrás destruir sua saúde financeira para estabelecer um subsídio de interesse do país (falo disso mais adiante), resta somente a questão de se é interesse do país o subsídio à gasolina. Será que é? Eu acho difícil decidir sobre uma coisa complexa dessas assim de supetão; Uma das questões que servem como base pra essa é se é do interesse do país o subsídio ao IPI, dado anteriormente, e que levou à alta da demanda.
A redução de IPI para automóveis foi uma medida adotada pelo governo para aquecer a economia e impedir que a crise de 2008 nos atinge com mais força, reduzindo o emprego e a renda. É louvável essa tentativa, mas por quê a indústria automobilística? Uma das razões é possivelmente que essa é uma indústria que emprega muito e que tradicionalmente trabalhou com o governo para evitar reduções de postos de trabalho. OK, até aqui tudo bem. Mas será que não existem diversas outras indústrias que poderiam absorver os trabalhadores que perdessem o emprego nas montadoras? Quem dirá os serviços e indústrias de suporte que certamente surgirão em volta de empreendimentos desse porte?
Além de pensar sobre isso, temos que pensar também nos outros resultados que advem de uma política dessas. Uma delas é óbvia: a quantidade de carros nas cidades aumentou vertiginosamente, aumentando a poluição e os engarrafamentos. Essas são o que a economia chama de externalidades negativas. Imagine se ao invés de incentivar a compra de carros o governo federal tivesse iniciado investimentos consistentes em obras de mobilidade urbana em todo o território brasileiro. Canteiros de obra para metrôs, BRTs, trens poderiam não só absorver os trabalhadores que eventualmente fossem demitidos nas montadoras, mas gerariam uma externalidade positiva significativa. Melhoria na qualidade de vida das pessoas.
Do meu ponto de vista, o incentivo à compra de carros foi um erro. Mas suponhamos que tenha sido uma boa ideia. Voltemos à questão do subsídio à gasolina: o subsídio vem da Petrobrás, que é uma empresa de capital misto, o que significa que parte dela é do Estado brasileiro, parte de entes privados e indivíduos. Por isso mesmo, parte do dinheiro investido nesse subsídio é público. Ou seja, é dinheiro da pessoa pobre que recebe Bolsa Família, meu e seu.
Faz sentido usar esse dinheiro para beneficiar quem usa carros a gasolina? Eu consigo ver o benefício pra mim, que tenho carro e uso gasolina, mas que benefício à sociedade esse subsídio dá, que justifique usar dinheiro da pessoa pobre que recebe Bolsa Família pra me ajudar? Os argumentos que eu ouvi são de que um aumento na gasolina acarreta aumento de custo e portanto um aumento de preços em cascata no resto da cadeia produtiva. Será? Caminhões e ônibus usam diesel, por exemplo, então não vejo como o custo de transporte de cargas e passageiros seria afetado. Quem tiver alguma ideia, poste aí nos comentários.
Eu argumentei antes que o subsídio à gasolina não é necessariamente do interesse nacional. Acho o mesmo quando se trata de usar mágica contábil… mas vamos supor que fossem interesses nacionais. A Petrobrás tem o dever de protegê-los? Gostaria de voltar à questão da capitalização. Os mais atentos lembrarão que a Petrobrás é uma empresa de capital misto, ou seja, a União é um dos acionistas, mas há outros. Quem são esses outros? Grandes capitalistas que especulam na bolsa? Certamente há. Mas os mais atentos lembrarão que também há inúmeros trabalhadores, que usaram seu rico dinheirinho do FGTS para comprar ações da capitalização. São mais de 70 mil trabalhadores que tem mais de 2 bilhões aplicados na oferta original em 2000 ou na capitalização de 2010. Sem contar investidores individuais, que podemos ser eu e você. Quem comprou 100 reais em ações em 2010 hoje vende por 70. E não há sinal de que a trajetória de queda vai mudar.
É justo a Petrobrás tocar o foda-se para União, trabalhadores e outros acionistas e perseguir o que alguém tirou do Cadastro Único ser do interesse nacional? Eu diria que não. Se for o caso, e acho que, como qualquer outra política pública, o mérito dessa tem sim que ser avaliado, o ideal é fechar o capital da empresa, ou seja, tirá-la da bolsa de valores e trazer o orçamento da empresa pra dentro do orçamento geral da União. Por quê? Porque se vamos usar dinheiro público para fazer subsídio de interesse nacional é essencial que fique claro e transparente para todos que esse subsídio é feito ao invés de outros investimentos. O dinheiro que iria para subsidiar a gasolina poderia talvez ser melhor gasto na educação, por que não?
Respondendo à pergunta original: e aí, faz sentido recomendar a compra de Petrobrás? Do jeito que a coisa está hoje, não acho que faça sentido. É necessário que a empresa e o governo demonstrem que a Petrobrás será gerida como uma empresa séria de novo antes que seja possível confiar nela. Mas eu sou otimista e acho que a Graça Foster foi colocada lá com essa condição: de que ela poderia colocar a empresa nos trilhos. O aumento da gasolina do começo de 2013, apesar de não acabar com a defasagem do preço, é um passo na direção certa. Se você acredita que as intervenções políticas vão acabar e que a empresa vai parar de tomar decisões estúpidas como a de subsidiar a gasolina, compre. Se não acha, não faz sentido comprar.
Só no primeiro bimestre de 2013 o valor de mercado da Petrobrás caiu mais do que em todo o ano de 2012. O aumento insuficiente para corrigir a distorção do preço da gasolina é uma provável explicação.
Ruby 2.0 was released today. This new version of the language brings some very interesting features, and according to the core team, an effort has been made to keep source level compartibility with Ruby 1.9.
Debian packaging is under way and should hit NEW soon. During the last few days I gave more attention to getting the new multiarch support fixed upstream than to the packaging bits, but the remaining packaging work should be pretty much about housekeeping.
Next steps from a Debian point of view (after Wheezy is out) include:
Now let’s get back to fixing RC bugs and getting Wheezy released. :-)
UPDATE 2013-03-06: actually the multiarch support is broken in 2.0.0, and the bugs I reported were only fixed in trunk. I will probably backport those fixes in the Debian package.
sudo add-apt-repository ppa:gnome3-team/gnome3
sudo apt-get upgrade
sudo add-apt-repository ppa:ricotz/testing
sudo apt-get upgrade
sudo add-apt-repository ppa:ricotz/staging
sudo apt-get upgrade
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 14/02/2013 14:35
por Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 09/02/2013 11:16
Today I moved my project’s repositories in Gitorious[0].
Everytime I wanted to push a script to Gitorious I had to create a new project, and doing that I had my scripts split in different project pages, and that bothered me, because the scripts are not so big as to need a whole project page for them. So, i created a new project to hold these scripts.
Now, the new project name is my Gitorious username[1] and there you can find my scripts, which are, so far, wpbkp[2, 3] and tweetMyPlanet[4, 5]. I also have an XChat2 plugin, written in python, named away++[6], that will soon be pushed to Gitorious.
To see my scripts/programs/code-related stuff, check out the Development[7] page.
Links:[0] http://gitorious.org
[1] http://gitorious.org/earruda
[2] http://earruda.eti.br/blog/2011/03/wordpress-backup-script-wpbkp/
[3] http://gitorious.org/earruda/wpbkp
[4] http://earruda.eti.br/blog/2012/08/planeta-debian-brasil-no-twitter-e-tweetmyplanet/ (pt_BR)
[5] http://gitorious.org/earruda/tweetmyplanet
[6] http://earruda.eti.br/blog/2010/06/away-1-1/
[7] http://earruda.eti.br/blog/development
por Fernanda Weiden (noreply@blogger.com) em 23/01/2013 22:59
It’s been a long time since I last used my GPG Keys and
now I find it necessary to use signed and encrypted
messages again.
So, I decided to create a new GPG Key.
From now on, I will not be using the old GPG Public Keys
anymore, consider them obselete.
My old Public Keys can be found at the PGP MIT Keyserver:
My new Public Key is
pub 4096R/DDD56AF6 2013-01-23 [expires: 2014-01-23]
Key fingerprint: 2F54 558E AC53 8BA7 FCEA 122B 6BCF 9A7B DDD5 6AF6
If you’d like to add my Public Key to your keyring, you can get it with:
1 | $ wget -q -O- http://files.earruda.eti.br/notrev.gpg | gpg --import - |
Or from the MIT Public GPG Keyserver:
1 | $ gpg --keyserver pgp.mit.edu --recv-key DDD56AF6 |
If you know me, or trust me, I’d appreciate it if you would sign my key:
1 | $ gpg --sign-key DDD56AF6 |
You can also find this message signed at:
http://files.earruda.eti.br/key-transition-20130123.txt
Regards,
Éverton Arruda (notrev)
deb http://mozilla.debian.net/ experimental iceweasel-beta
sudo aptitude update
sudo aptitude install pkg-mozilla-archive-keyring
sudo apt-get install -t experimental iceweasel
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 16/01/2013 12:04
sudo aptitude install nautilus-dropbox
wget -O - http://www.dropbox.com/download?plat=lnx.x86 | tar xzf -
wget -O - http://www.dropbox.com/download?plat=lnx.x86_64 | tar xzf -
~/.dropbox-dist/dropboxd
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 05/01/2013 10:57
por Francisco Aparecido da Silva (noreply@blogger.com) em 04/01/2013 11:04
O Twitter agora permite solicitar o arquivo de todos os seus posts, basta solicitar na tela de edição de configurações e um e-mail com o link de download será enviado. O download conta com uma interface html para que seja possível navegar seus tweets (ou mesmo republicá-los na web, por que não?), os tweets vêm com sua informação completa estruturada em json, conforme disponível pela api e também em arquivos CSV, para uso em planilhas e afins. Até o momento deste post na versão CSV a conversão de caracteres de Unicode para ASCII fez com que caracteres acentuados e especiais sejam substituídos por ‘?’, mas imagino que esse detalhe seja consertado em breve.
Caso você não seja um jogador, está vivendo em uma das melhores épocas para adquirir um computador pessoal. E não estou levando nem mesmo em consideração a velha tática de adquirir um computador de um fabricante desconhecido, com componentes suspeitos e, portanto, de baixo custo.
Hoje em dia existem ofertas atrativas o bastante para que qualquer pessoa comum consiga adquirir um bom computador, de boa qualidade e por um valor justo. Sim, “justo”, porque “barato” não é um termo que eu costumo associar a quase nenhum bem de consumo.
Claro, existem exceções (Apple, estou olhando para vocês), mas existem computadores pessoais de marcas conhecidas e com ótima reputação sendo vendidos por preços bastante atraentes. Uma rápida pesquisa em qualquer mecanismo de busca leva a valores convidativos e uma filtragem por marcas e fabricantes mais bem avaliados pode levar a ofertas e condições de pagamento muito interessantes.
Outro detalhe é que, a menos que suas necessidades sejam realmente muito específicas, hoje em dia a busca por computadores pessoais desktop deve ser algo desconsiderado. Particularmente, já há algum tempo não considero computadores desktop quando preciso pesquisar por novos computadores para uso pessoal.
A exceção é quando a intenção é uma máquina para jogos. Nesse caso, geralmente prefiro os computadores desktop. Se o único uso do computador for realmente para jogos, não há porque exigir mobilidade. E importante notar que computadores móveis tendem a ter um custo superior a computadores desktop com configuração equivalente.
Computadores desktop ocupam mais espaço, são mais barulhentos, geram mais calor, gastam mais energia e não possuem a vantagem da mobilidade. Suas vantagens são o custo reduzido se comparado a computadores móveis com configurações equivalentes e a maior facilidade na troca de peças e componentes, o que leva a uma vida útil maior, já que é possível atualizar componentes individuais mais facilmente.
Computadores móveis, porém, ocupam menos espaço, são menos barulhentos, geram menos calor e consomem menos energia, além de apresentarem a óbvia vantagem da mobilidade. No entanto, costumam ter um custo um pouco superior a computadores desktop de capacidade equivalente e geralmente a troca de peças e componentes individuais é mais restrita e mais cara, quando possível.
Existem sim computadores móveis pensados especificamente para jogadores, mas esses costumam ter um custo muito mais elevado do que um computador desktop com componentes equivalentes, além de sacrificarem um pouco o aspecto da mobilidade, por serem maiores e mais pesados.
Estive pesquisando valores de computadores pessoais para uso pessoal. Meu objetivo era ter um computador bom para uso pessoal genérico (qualquer tipo de tarefa que geralmente um usuário mediano executa em um computador), mas que também fosse uma boa (mas não necessariamente ótima) plataforma de jogos.
Indo completamente contra o que indiquei nesse texto, acabei decidindo por um computador móvel. A idéia de ter mais um trambolho grande, barulhento, gerando calor, ocupando espaço e de mobilidade restrita não me agradava, por isso a idéia de adquirir um desktop foi deixada de lado.
Quando decidimos por computadores desktop também existe a tendência de capricharmos mais na escolha de seus componentes. Acabamos escolhendo melhor os componentes individuais e chamando para nós mesmos a tarefa de combiná-los em um único sistema. Sinceramente, também queria evitar isso.
Um computador móvel, por ser mais restrito em relação a upgrades, peças e componentes, costuma ser adquirido em uma configuração já pronta para uso, sem que seja necessário dedicar tempo e pesquisa para que possamos chegar a configuração e combinação adequada de peças e componentes em um único sistema montado em casa.
Adquirir algo já montado, pronto para o uso, de um grande fabricante com boa reputação também tem a vantagem da tranquilidade de uma garantia maior no sistema como um todo, bem como opções de adquirir planos de garantia estendida por preços convidativos. É uma boa idéia se você, assim como eu, não gosta de perder tempo sujando as mãos com montagem, combinação de componentes e pesquisa de hardware.
A não ser que você disponha de uma alta quantia para investir, porém, a opção pelo computador móvel sempre deixará a sensação de que você poderia ter adquirido algo com maior capacidade (melhor processador, mais memória, discos mais rápidos, melhor placa de vídeo) em um computador desktop pelo mesmo valor investido.
É o preço a ser pago pela comodidade e pelas vantagens trazidas por um computador móvel. Particularmente, acredito que as vantagens superam as desvantagens e por isso optei pela opção móvel. O modelo que adquiri permite jogar os jogos atuais sem maiores problemas, mas não é o modelo mais caro nem o mais indicado para jogadores, apesar de ser atualmente uma boa opção.
Tenho ciência de que daqui há alguns meses esse pode não ser o caso e que o fato da restrição de opções de upgrades pode fazer com que um computador que atualmente pode ser utilizado perfeitamente como uma ótima plataforma de jogos não seja mais uma boa opção.
Esperar pelo melhor momento para investir em um bom computador, porém, é uma ilusão. Sempre existirá um modelo melhor, mais potente e provavelmente sendo comercializado por um valor mais atrativo e com melhores condições se você esperar algum tempo para investir.
O problema é que, se você esperar pelo melhor momento para investir, vai acabar nunca realmente adquirindo o que precisa. Só mais um mês, só mais algumas semanas. O tempo passa e você acaba esperando pelo próximo lançamento, ma esperança de que o custo do modelo anterior diminua ainda mais. A velocidade dos lançamentos leva a uma bola de neve de espera infinita.
Se você precisa do computador, invista agora. Compre e nem pense em continuar pesquisando preços após ter adquirido seu computador pessoal. Sempre existirão preços melhores. Você deve ter satisfação com o que adquiriu e não tentar se torturar procurando por ofertas melhores. O que está feito, está feito
1% dos artigos em português na wikipedia são georreferenciados. Mas, sobre o que eles falam? Esta visualização dá uma idéia da distribuição geográfica dos artigos georreferenciados sobre o Brasil na wikipedia.
sudo aptitude install gnome-tweak-tool gnome-shell-extensions
sudo aptitude install gtk2-engines-murrine gtk3-engines-unico
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 16/12/2012 13:34
![]() |
| Mecanismos de busca |
![]() |
| Box de configuração |
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 14/12/2012 10:56
sudo mkdir /media/nomepasta
$ sudo mount -t iso9660 -o loop, offset=307200 imagem.ngr /media/cdrom
$ sudo aptitude install ngr2iso
$ ngr2iso imagem.ngr imagem.iso
$ sudo aptitude install bchunk
$ bchunk imagem.bin imagem.cue imagem.isoo
$ sudo aptitude install ccd2iso
$ ccd2iso imagem.img imagem.iso
$ sudo aptitude install mdf2iso
$ mdf2iso imagem.mdf imagem.iso
$ sudo umount /media/cdrom
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 10/12/2012 12:28
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 04/12/2012 06:26
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 02/12/2012 08:26
Foi convidado a colocar a trilha e efeitos sonoros em um vídeo produzido pelo Cícero Moraes, para o pythonbr[8], fazia MUITO tempo que não tentava nada com música, então foi necessária uma certa coragem da minha parte, mas topei fazer
Durante um bom tempo fiquei pensando no que colocar lá, em como complementar o vídeo sem tirar a atenção dele. A trilha não poderia ser muito sofisticada ou haveria informação demais, mas ela também não poderia ser deslocada do vídeo; precisaria se integrar minimamente com o que acontecia na tela.
Outro ponto: O estilo. Cícero usou imagens do Rio e inicialmente havia pensado em algo que evocasse elementos tipicamente cariocas, como o “funk” carioca, bossa nova, ou algo assim. Aí fui buscar as fontes. Pra quem não sabe, o Funk é basicamente derivado de um estilo conhecido como “Miami Bass”, que é meio que um Rap com letras geralmente explícitas, pornográficas e um batidão feito por uma Drum Machine (geralmente a clássica Roland TR-808). Se alguém tiver estômago para isso, pode procurar exemplos no youtube (Sally That Girl e Me So Horny me vêm à cabeça, por mais que eu tente evitar que venham).
Eu sou fã confesso do Kraftwerk e quase tudo eletrônico que tentei fazer na vida era kraftwerk de uma forma ou outra. O kraftwerk influenciou o Rap, o Hip Hop e criou algumas manifestações híbridas mais interessantes, como o Freestyle (Pense Information Society, por exemplo). Mandei uma música do “FreeStyle Project” pro Cícero e disse: “Usa isso aqui pra se inspirar, depois eu coloco algo por cima do vídeo”.
Recebido o vídeo comecei a assistí-lo em loop enquanto ia colocando notinhas no lmms, escolhendo timbres, aplicando efeitos e eco, delay e reverb (obrigado pelas dicas, Kraftwerk!) no preenchimento e no baixo. Depois veio a parte mais “chatinha”: sincronizar música e vídeo. Usei o kdenlive para isso.
Por fim, coloquei alguns efeitos nos “flashes” do vídeo. Usei uma das explosões do jogo Berzerk no começo e outra no flash do início do vídeo. O “vocal” da música – as frases “fight” e “fight – like – a – robot” – vieram do jogo também, veja aqui. O barulho de teclado no início do video veio direto do original, enviado pelo Cícero.
Tentei criar alguma tensão que se dissolve quando a demo de aplicativos acelera: nessa parte, a cada vez que há uma transição no vídeo também há uma nota nova do sintetizador principal. O minimalismo foi a norma e fiquei em Cm do início ao fim, a estrela afinal de contas é o vídeo. O Cícero está de parabéns.
Aqui o link da música no soundcloud.
Aqui o “código fonte” da música, num arquivo de projeto do lmms:Fight Like a Robot project files (basta dar unzip dentro do diretório do lmms, tipicamente $HOME/lmms)
E aqui o resultado final, feito 100% com Software livre:
Há tempos (anos) eu ficava intrigado com algumas palestras minhas que, quando salvas em PDF, ficavam enormes. Era o caso típico da pelestra sobre análise de tráfego. Em ODP ela tinha 900 KB. Quando salva em PDF, ficava com 21 MB. Um aumento absurdo!
Na semana passada, indo para Santarém/PA para palestrar no FASOL 2012, durante o voo, terminei de atualizar as minhas palestras e resolvi investigar o problema. Fui deletando slides, mexendo aqui e ali, até que cheguei na causa. Por incrível que pareça, um simples par de linhas em degradê no slide mestre provocava isso. Ao retirá-las, tudo ficava ok. Veja como era padrão dos slides:
Observe que há duas linhas em degradê: uma abaixo do título da palestra e outra acima do meu nome. Essas linhas estavam no documento mestre. O PDF final gerado foi de 21 MB. Como solução, substituí o degradê por cores sólidas. Veja:
É lógico que não ficou a mesma coisa. Mas o tamanho do PDF caiu de 21 MB para 1.2 MB. Quase 20 MB a menos!!!
Depois fiz outros testes com outros degradês em outras palestras e o resultado foi o mesmo. Agora, um último teste. Só usarei o Writer. O teste foi o seguinte (arquivo disponível aqui):
Final da história: o ODT ficou com 11 KB e o PDF com 116 KB. Assim sendo, passe a observar esse tipo de efeito, inclusive nos outros aplicativos da suíte LibreOffice.
[]s
deb http://ftp.br.debian.org/debian experimental main
sudo aptitude update
sudo aptitude install -t experimental iceweasel
~$ sudo aptitude install -t experimental iceweasel
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
libmozjs17d{a} xulrunner-17.0{a}
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
xulrunner-10.0{u}
Os pacotes a seguir serão atualizados:
iceweasel
1 pacotes atualizados, 2 novos instalados, 1 a serem removidos e 423 não atualizados.
É preciso obter 14,7 MB de arquivos. Depois do desempacotamento, 12,4 MB serão usados.
Os pacotes a seguir possuem dependências não satisfeitas:
iceweasel-l10n-pt-br : Depende: iceweasel (< 10.0.10esr-1.1~) mas 17.0-1 será instalado.
As seguintes ações resolverão estas dependências:
Remover os pacotes a seguir:
1) iceweasel-l10n-pt-br
Deixar as seguintes dependências por resolver:
2) task-brazilian-portuguese-desktop recomenda iceweasel-l10n-pt-br
Aceitar esta solução? [Y/n/q/?]
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
libmozjs17d{a} xulrunner-17.0{a}
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
iceweasel-l10n-pt-br{a} xulrunner-10.0{u}
Os pacotes a seguir serão atualizados:
iceweasel
1 pacotes atualizados, 2 novos instalados, 2 a serem removidos e 422 não atualizados.
É preciso obter 14,7 MB de arquivos. Depois do desempacotamento, 11,9 MB serão usados.
Você deseja continuar? [Y/n/?]
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 22/11/2012 09:02
… in hexadecimal.
I have been waiting for a long time to be able to make this joke, and I will still be able to do it for the next 9 years! :-)
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 21/11/2012 05:20
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 20/11/2012 06:21
I’m a pretty recent Kindle user. I’ve bought one about a month ago and just recently started to read on it. It works like a real book for me : no eye strain, you can read at direct sunlight and, having also acquired the lighted leather cover, I’m able to read at dark environments where there’s no or little lighting.
Plus the convenience of having the huge Amazon huge catalog of you disposal, lower prices for the electronic version of books and the fact that you can thousands of books at your hands inside your Kindle, without the discomfort of having to carry huge piles of paper around.
It’s important to note that I bought the e-book reader only version, not the tablet member of the Kindle family. I gave it a lot of thought before setting on the e-reader only device. My goal was to acquire a reading device with exactly the good features I just cited above and not anything else.
A tablet and all the social features it would bring with it would distract any reader from the experience of a good reading session. And I can confirm that having opted for the e-book reader only device actually improved my concentration on the text being read instead of me being distracted by Facebook/Twitter/whatever social bling would be available to look up in a tablet device.
However, there’s one caveat : technical content. For pure non-technical content, Kindle, the e-book reader only device, is superb. It will let you focus on the book being read nicely and get your “job” done. But, alas, for reading technical content it’s not all that good as I initially thought.
The Kindle has an ecosystem of things which will make the life of its users easier. Chrome’s “Send To Kindle” extension is one of these little assistants which are really nice. It will take a webpage, convert and format it to Kindle’s format and deliver it wirelessly to your Kindle for your own reading pleasure.
For a tech guy like me, you can imagine it’s a huge win to be able to send blog posts, articles and feed content to The Kindle and read it anywhere, anytime. Yes, indeed it is. But technical content is full of references to other online resources in the form of hyperlinks.
Here’s where Kindle, the e-book reader only device, is not a good device : web browsing. Sure, there’s a rudimentary web browser available and you can use it to browse any website using Kindle’s WiFi connection. The problem is that the device just wasn’t designed for this purpose.
Page turns are ok for reading a book, but are irritating slow for web browsing. The browser is also designed so it would essentially let you to read Wikipedia and access Amazon’s WebStore and that’s it. Trying to access anything else is a pain as it doesn’t support most modern browser technologies and rendering is really slow.
So, for me, Kindle, the e-book reader device, is a nice gadget for non-technical material reading. For anyone who are into the IT industry and needs to regularly read technical blog posts, articles and jump from page to page following references, I would suggest to buy a tablet instead.
That’s what I’m planning on doing in a not so distant future. Maybe even the Kindle Paperwhite, if Amazon finally lands officially here at my country before I set my buying decision on another tablet option already available at my country.
![]() |
| GIS - Gnome Initial Setup |
![]() |
| Novo Yelp com conteúdo interativo |
![]() |
| Gnome Ajuda redesenhado |
por Lex Aleksandre (noreply@blogger.com) em 14/11/2012 10:10